Eu amei.
Amei o que ele foi um dia.
O que eu fui um dia.
Cada milímetro.
Do que poderia ter sido.
Do que eu poderia ter sido.
Do ele poderia ter sido.
Do que nós poderíamos ter sido.
Amei o se.
O talvez.
O quem sabe.
Amei uma idéia.
Um potencial.
Amei o vazio.
Pois o que não foi acabou nunca sendo.
Amei o difícil.
O trágico.
Amei sofrendo.
Doendo.
Roendo.
Amei a risada.
O suor.
O hálito.
O olhar.
A lágrima.
Amei o que pensava ser só meu.
O que pensei ser só seu.
O que nunca foi de nós.
O que sempre foi deles.
Amei por um dia.
Uma hora.
Um minuto.
Um segundo. Seguinte.
Não amava mais.
Amei o que ele foi um dia.
O que eu fui um dia.
Cada milímetro.
Do que poderia ter sido.
Do que eu poderia ter sido.
Do ele poderia ter sido.
Do que nós poderíamos ter sido.
Amei o se.
O talvez.
O quem sabe.
Amei uma idéia.
Um potencial.
Amei o vazio.
Pois o que não foi acabou nunca sendo.
Amei o difícil.
O trágico.
Amei sofrendo.
Doendo.
Roendo.
Amei a risada.
O suor.
O hálito.
O olhar.
A lágrima.
Amei o que pensava ser só meu.
O que pensei ser só seu.
O que nunca foi de nós.
O que sempre foi deles.
Amei por um dia.
Uma hora.
Um minuto.
Um segundo. Seguinte.
Não amava mais.
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